Amor de gordinhos

Postado em Aconteceu em Agosto 8, 2009 por Taty Sputnik

Fato verídico

Eu falando ao Marcos, depois de um encontro:

- “Fio”, hoje comi na Subway e me lembrei de você.

- Eu também me lembrei de você hoje quando comi uma Banana Split.

Cative sempre a raposa

Postado em Aconteceu em Julho 31, 2009 por Taty Sputnik

Era uma época literária. E, ao comprar o livro O Pequeno Príncipe, depois de ter lido, muitas coisas ficaram em minha cabeça.

Foi na mesma época que conheci o Marcos: aquele molecão de cabelos emaranhados, preto, gordinho que usava sempre a mesma camiseta preta para adoção de gutarristas.

Foi nosso primeiro encontro depois da primeira vez que “ficamos”. Era um encontro até que cultural: assistir uma peça de Shakespeare, O Mercador de Veneza. Era a época em que literatura, para mim, era a coisa mais maravilhosa que existia. Era meu refúgio, fortaleza e esquecimento de uma época difícil, de ver minha mãe sofrendo por causa do câncer. E Marcos parecia se interessar pela arte, pelo teatro, pela poesia e literatura. Para ele, era um novidade edificante.

- Estou com o seu livro – dizia ele pelo telefone – e quero uma dedicação sua!

Na mesma época, escrevia desvairadamente e consegui publicar um conto numa antologia de uma pequena editora que, naquela época, estava crescendo.

Minutos depois, que ele desligou o telefone, depois de ter marcado o passeio ao teatro bem pelas coxas, tive vontade de ler aquele trecho do livro do Pequeno Príncipe para ele. Não sei porque, mas deu vontade. Claro que a parte do livro que mais gosto é sobre os números: que adultos pensam muito em números (e hoje em dia, concordo plenamente com essa parte do livro).

Foi quando me encontrei com ele, naquele sábado nublado, que estava de mochila e com o livro  dentro dela. Nos encontramos, nos beijamos e fomos para o metrô.

- Queria ler uma coisa pra você. – e ele aceitou.

Li o capítulo XXI do livro, o mais famoso: aquele que o Pequeno Príncipe se encontra com a raposa e Antoine de Saint-Exupery citou a famosa “tu te tornas responsável por aquilo que cativas”. Marcos ficou meio pensativo sobre aquilo e pediu o livro emprestado. Sem exitar, emprestei.

Depois de nos divertirmos (o teatro estava fechado e decidimos assistir a um show de Blues – um estilo que ambos gostavam), pegamos o metrô.

- Ah, e a dedicação do meu livro? – ele insiste – Não vai me dar?

“E agora?” pensei “O que vou escrever? Não vou escrever um idiota ‘eu te amo’ a um cara que mal conheço!” e pensei… pensei… e escrevi bem grande:

Cative sempre a raposa. Beijos. Taty

“Agora ele inteprete da melhor forma que ele achar”, assim pensei.

No caso de cativar a raposa, não era o fato dele me conquistar. Certo que estava em um momento de coração frio e duro, depois de um relacionamento cheio de decepções e promessas de que nunca iria amar alguém, que todos os homens não prestam e que amor é uma coisa tola, porém não foi essa intenção do “cativa sempre a raposa”. O fato da raposa é conquistarmos todas as coisas desse mundo. Quer dizer, ele era um garoto inteligente! Ele vai interpretar da forma dele.

Foi que ele sorriu, disse apenas um “pode deixar”.

Naquela hora, não queria saber o que ele quis interpretar, mas deixei de livre e espontânea vontade.

A intepretação dele foi simples: a raposa triste, solitária, que foi sempre perseguida por caçadores precisava perder o medo de confiar em alguém. Nesse caso, era eu a raposa. Ele apenas se prontificou em ser o Pequeno Príncipe naquela hora.

Agora como termina essa história? Nem me pergunte. Essa raposa foi cativada a muito tempo e a história não terminou.

Em pequenos gestos… apenas

Postado em Pensamentos em Julho 28, 2009 por Taty Sputnik

Como cristã, aprendi que sempre devemos ajudar o próximo como nós podemos. E sempre tento fazer o máximo. E aprendi que a caridade é o puro, o supremo amor de Cristo.

A pouco tempo, um casal se mudou para o quintal de minha casa com uma criança pequena: um lindo bebê de nove meses. Como eu e meu marido cuidamos da conta de água, envolvendo as três casas que tinham no quintal (e os cálculos era por cabeça), resolvemos isentar a criança. Oras, não é ela quem gasta água diretamente, foi o que pensamos. Porém, a vizinha ao lado não concordou e pediu para que cobrássemos a criança, porque sempre foi assim e blablabla… Embora injusto, o proprietário, que também concordava em não cobrar a criança, pediu para que pudéssemos cobrar para não causar transtorno. A mãe da criança, sem nenhum rodeios, concordou. Em troca de um favor, deixei a edícula da minha casa para ela colocar a máquina de lavar dela, já que o espaço para ela era bem pequeno.

Nesse mesmo dia, lavei três peças de roupas do meu marido (uma calça e duas camisas). Estendi de qualquer jeito porque meus pregadores sumiram. E desci. Quando vi o tempo mudando, fui recolher a roupa e vi que as camisas estavam com pregadores. E percebi quem foi quem me fez esse pequeno favor: a mãe do bebê.

A história parece bem tola, mas isso significa que em pequenos gestos, em pequenas atitudes, nós podemos mudar o mundo inteiro. É assim que começa a paz.

Ignore-me também, Dostoievski!

Postado em Pensamentos em Julho 25, 2009 por Taty Sputnik

Dostoievski estava me chamando na sala e eu o ignorei. E não me orgulho disso…

Hoje em dia…

Postado em Pensamentos em Julho 25, 2009 por Taty Sputnik

… as pessoas se preocupam com os cães e discutem com as mães;

… as pessoas valorizam a vida animal mas abandonam crianças;

… as pessoas não pisam na grama mas pisam no coração;

… as pessoas amam os bichos e não tem paciência com os idosos;

… as pessoas acariciam a cabeça de um bicho mas não dão um bom dia a um trabalhador anônimo;

… as pessoas são mordidas por cães e sorrem, porém retrubuem o tapa que o outro dá;

… as pessoas morrem de nojo quando vêem uma baleia morta, mas jogam lixo no mar;

Estou de saco cheio de defender animais e comer carne. Então eu parei.

… parei de defender os animais.

Deixe que eles se defendem sozinhos.

O Preço da Experiência – William Blake

Postado em Vozes dos mestres em Julho 25, 2009 por Taty Sputnik

Qual é o preço da experiência? Os homens a compram com uma canção?
Adquirem sabedoria dançando nas ruas? Não, ela é comprada pelo preço
De tudo que um homem possui, sua casa, sua esposa, seus filhos.
A sabedoria é vendida num mercado sombrio onde ninguém vem comprar,
E no campo infecundo que o fazendeiro ara em vão por seu pão.
É fácil triunfar sob o sol do verão
E na colheita cantar na carroça cheia de grão.
É fácil falar de prudência aos aflitos,
Falar das leis da prudência ao andarilho sem teto,
Ouvir o grito faminto do corvo na estação invernal
Quando o sangue vermelho mistura-se ao vinho e ao tutano do cordeiro
É tão fácil sorrir diante da ira da natureza
Ouvir o uivo do cão diante da porta no inverno, e o boi a mugir no matadouro;
Ver um deus em cada brisa e uma bênção em cada tempestade.
Ouvir o som do amor no raio que arrasa a casa do inimigo;
Rejubilar-se diante da praga que cobre seu campo, e da doença que ceifa seus filhos,
Enquanto nossas oliveiras e nosso vinho cantam e riem diante da porta, e nossos
filhos nos trazem frutas e flores.
Então o lamento e a dor estão quase esquecidos, bem como o escravo que gira o moinho,
E o cativo acorrentado, o pobre prisioneiro, e o soldado no campo de batalha
Quando os ossos rompidos deixam-no gemendo à espera da morte feliz.
É fácil rejubilar-se sob a tenda da prosperidade:
Eu poderia cantar e me rejubilar deste modo: mas eu não sou assim.

Ó Deus, livrai-me das mesmices femininas!

Postado em Pensamentos em Julho 25, 2009 por Taty Sputnik

Inspirado a partir do texto do blog da

Ana Veet Maya.

As coisas vem mudando… A uns 20 anos atrás, as mulheres deveriam ser mais “putinhas” para viverem. Hoje as coisas são totalmente diferentes…

- A Taty? Mais bonita que a Márcia? – dizia um garoto da minha sala.

- SIM! SIM! – respondeu alucinada uma garota que odiava a Márcia. Enquanto Márcia olhava com despeito aquela magrelinha engraçadinha e desengonçada.

Eu me assustei quando me colocaram na frente dessa tal Marcia no concurso de beleza da sala de aula. Porém, perceberam o engano e me retiraram da lista. E eu nem “tchum”. Sentei e voltei as aulas.

E bonita? Nunca me interessei por essas coisas de beleza, de se eu conseguisse ficar com aquele garoto, quantos garotos eu conseguiria ficar… Maquiagem? Roupa curta? O que queria mesmo era apenas dar risada na sala de aula! E tive a infelicidade de me apaixonar pelo garoto mais bonito e mais tímido da sala. Era mórmon. Ele não podia namorar antes dos dezesseis anos, devido a sua crença (que, coincidentemente, também segui).

Marcia era a garota mais “descolada” da escola: namorava com os garotos mais bonitos, conseguia qualquer um que quisesse e era super bem vista com aquele corpão que ela tinha. Eu era mirradinha, magrinha, engraçada e desajeitada, com os dentinhos salientes e cabelo sempre solto na cara. E só ria! Falava e ria! Os professoras ficavam doidos! Me divertia quando contavam besteirsa. E o engraçado é que as meninas ficavam com raiva de mim porque os garotos mais bonitos da sala eram meus grandes amigos. Por que eu era bonita? Não, porque eu era diferente das outras. Não me preocupava com que roupa eu iria pra escola, se eu estava bonita realmente para agradar tal pessoa, mas eu brincava com os professores, contava as piadas mais engraçadas e os garotos me achavam divertida, embora me zoassem também.

E bonita? Bonita era a Thaís que estudava. A Lucilene que era fã dos Backstreet Boys e decorava as letras em inglês. A Carla, minha melhor amiga, que adorava crianças.

Alguns anos se passaram e eu fui crescendo. E as diferenças foram mostrando.

Thaís se formou numa excelente universidade. Lucilene conseguiu bolsa para estudar nos Estados Unidos. Carla é professora do pré primária, super satisfeita com o trabalho. E Márcia, coitada, uma moça gorda, mãe solteira que se impressionou ao me ver de mãos dadas com um rapaz de mais de 1,80 de altura, olhos esverdeados e rosto bem definido: meu namorado.

E lembram da menininha feia da escola? A Taty? Que foi retirada da lista das mais bonitas? Pois é…

Uma vez, na quermesse da igreja (era a única diversão que eu tinha com minhas amigas, até a época que as quermesses se tornaram antro de tiroteios e drogas), minhas amigas estavam em grupo comigo conversando. Eis que me aparece um lindo rapaz de mais ou menos 20 anos (tinha 15 na época) loiro, cabelos esvoaçantes, olhos de um tom verde magnífico que de longe via o brilho tenso daquele olhar, extremamente perfumado, alto… um deus grego, quase literalmente, me abraçando e me dando um beijo no rosto.

- Puxa! Que bom te ver, Taty!

Minhas amigas olhavam para ele de queixo caído.

- Estou alí com meus amigos. Depois a gente se fala. – e partiu.

- Bonitão, né? – disse a elas que respondiam com “uau, que homem lindo! Que homem lindo!”. – Pois é: fiquei com ele!

As minhas amigas só não deixaram o copo cair porque… mas o baque foi muito grande para elas, enquanto meu ego era aguçado.

Enquanto muitas precisavam usar toneladas de maquiagem, eu apenas era eu. Enquanto gastavam granas com roupas caras, eu apenas vestia minhas velhas camisetas de Rock and Roll. Lápis no olho era o suficiente. Não gostava de ser como as outras meninas, não gostava de ser igual, não curtia a mesmice. Era eu. Não era a “putinha” da escola e tampouco a nerd, mas era genuínamente Tatiane, a doidinha!

E não para por aqui: minha mãe sempre falava que eu nunca namorava, mas meus namorados sempre foram homens bonitos. E meu marido, cá entre nós, um gatão! Um gordinho sexy, inteligentíssimo e que demonstra bastante sentimentos por mim.

Antigamente sim, as mulheres que eram consideradas “putinhas” conseguiam o que quer. As de hoje se tornaram burras, dançam axé, mostram a bunda (e pensa com ela), acham que são belas sendo vulgares. Eu não! Não sou tão bonita, não tenho corpo definido, mas me garanto!

E parafraseando a frase da Ana:

- Mãe, eu não quero ser como as outras meninas. Quero ser eu mesma, porque ultimamente, sendo assim, eu vivo mais e intensamente.

Quem me conheceu, sabe que eu era igual a personagem Toph do desenho Avatar

Quem me conheceu, sabe que eu era igual a personagem Toph do desenho Avatar

Visão Infante de Morte

Postado em Conto em Julho 24, 2009 por Taty Sputnik

- Mãe, quando uma pessoa morre, os cach…

- Shhhhhhhhhhh… – fez minha mãe, me puxando os braços.

A minha pergunta seria a mais incrível do mundo. Por que ela me interrompeu? E quando saberei se os cachorros realmente choram quando as pessoas morrem? A dúvida surgiu ao ver o uivo de um vira-lata no portão da vizinha onde perdera a filha de alguns anos mais velha que eu e não sei do que. Eu tinha apenas quatro anos.

A minha lembrança daquele velório era vago. Lembro apenas da menina exposta numa mesa, coberta com um lenço e, ao seu lado, o ursinho de pelúcia que queria tanto quando era criança. Até pensei “se ela está morta, por que eles não dão o ursinho pra mim? Já que sou a única criança daqui”. Olhava para a menina por cima da mesa, por eu ser pequena. Para mim, apenas dormia, já que estava deitada e com um lençol… e por que não abraçava o ursinho? O semblante dela não era ruim. A morte não parecia ser tão ruim. Por que minha mãe não deixa eu perguntar sobre ela?

Horas antes de ir ao velório da menininha, ouvi minha mãe conversando com a minha tia, dizendo que alguém perdeu uma filha nova. Ou melhor, que “morreu”. Eu sabia, naquela época, que morrer era uma atitude ruim, segundo os grandes, mas o que era a morte eu realmente não sabia. Só soube depois, quando minha mãe impediu de prosseguir com a minha dúvida: a morte era um monstro feio que leva as pessoas sem ao menos avisar. E depois disso, tive medo dela. Tive medo de falar sobre ela porque, se a minha mãe me falou que falar dela a atraía, eu não quero morrer! Deve ser ruim, mas fazer o quê? Estou apenas seguindo os conselhos de minha mãe.

No funeral, as pessoas choravam. Olhava para elas e descobri que a morte também é triste. Danada! Por que não disse que ia aparecer? Por que a levou tão nova?

Não me lembro a quanto tempo que olhei para a menina. Uma hora? Cinco minutos? Tampouco sabia seu nome e sabe lá se minha mãe foi apenas para ver o que aconteceu. E mesmo o tempo fosse tão curto, eu não conseguia vê-la com os olhos dos adultos. Era natural como se fosse o nascer ou o por do sol. A minha cachorrinha, a Sarita, morreu. O meu avô, cujo pai da minha mãe que nunca conheci também morreu. Minha mãe também se lamentava pela morte de sua planta. Ela mata baratas! Meu pai também perdeu amigos e parentes. Então, isso não é uma coisa comum? Por que elas ainda choram, sendo que a morte vem para todos?

O padrasto da minha mãe, por exemplo, teve quatro derrames. Quando o vi, na cama, aquele homem ativo, honesto e bom, deitado e sem nenhum movimento na fala, senti uma pena enorme.

- Por que ele não morreu?

- Cala a boca, Tatiane! Não vê que está “desejando o mal” pra ele?

- Por que besteira? Não seria melhor do que vê-lo sofrendo em cima dessa cama?

Ela se calou.

Durante minha infancia medonha pela morte e pela adolescencia a adorando, descobri aos poucos que a morte não é nada mais e nada menos que um processo da vida. Descobri isso com um tio meu, que morreu de AIDS quando eu tinha apenas 13 anos de idade:

- As pessoas que tem medo da morte é porque nunca viveram – disse ele, uma vez à minha mãe.

A morte de meu tio foi um baque sem tamanho à minha mãe. Sofreu, se sentiu culpada, culpava… foi um inferno psicológico perder o irmão caçula e seu melhor amigo.

Anos mais tarde, foi ela quem adoeceu, devido ao câncer. E estava eu diante de uma suposta perda.

Perda?

Minha mãe era evangelica e sua religião jamais falara que a morte era uma coisa ruim. Os budistas, os espíritas, os católicos, os adventistas, os mórmons, os muçulmanos… nenhum deles citam a morte como o que aprendi na infancia.

Foi quando minha mãe me veio com uma confissão, isso anos depois quando ela me impedira de perguntar sobre a dor dos cães ao perder os donos para a morte:

- Filha, tenho medo de morrer.

Olhei naquele instante para ela com um olhar sério. Ela me olhava tristemente. Eu já tinha a absoluta certeza que, no estado que ela estava, ela ia partir brevemente. Aquilo me machucava, porém me acalmava ao mesmo tempo.

- Mãe, quem criou a morte?

- Deus?

- E se a morte fosse ruim, Deus a criaria?

Minha mãe teve seu semblante modificado. Olhou para o lado, para a cima e me olhou do tipo “você está certa!”. Oras, como pode uma menina que, com apenas vinte anos solta uma pergunta dessa forma. E obviamente, com respostas suncintas.

Assim, voltei a ver televisão e percebi que, depois disso, o que minha mãe achava aquela “monstra” ruim e severa, não passava de apenas um processo de colhimento que o Senhor faz ao passar em Seu jardim. E por que, não, colher as suas flores preferidas para enfeitar a Sua sala ou a Sua estante e deixar o ambiente mais agradável?

E assim, o Senhor a colheu. Chorei, mas um pouco de alivio porque ela parou de sofrer. Da mesma forma que eu olhava a minha mãe naquele caixão, era a minha visão quando eu tinha quatro anos quando eu olhava para aquela menina morta.

- Está apenas dormindo. – pensei.

Um rápido conto erótico

Postado em Conto em Julho 24, 2009 por Taty Sputnik

- Duvido que você ainda consiga tirar meus sutiã com apenas uma mão!

- Consegui!

Como de praxe…

Postado em Uncategorized em Julho 21, 2009 por Taty Sputnik

Mais um blog meu. Desta vez, esse blog será com as coisas que gosto de escrever, pensar e agir. Caso queira me conhecer melhor, visita meu outro blog 1Nefi 13:22